
Home › Consulta › Segunda opinião
Se você trata há meses e não melhora, toma vários remédios sem saber para quê, ou recebeu diagnósticos diferentes de médicos diferentes, uma segunda opinião é o passo certo. Não é desconfiar do seu médico: é olhar o caso de novo, com tempo, do começo.
Quando faz sentido
- Sem melhora depois de duas ou mais tentativas de tratamento bem feitas.
- Vários medicamentos ao mesmo tempo, sem que fique claro o papel de cada um.
- Diagnósticos diferentes ao longo do tempo (depressão, depois bipolar, depois borderline, por exemplo).
- Efeitos colaterais que pesam mais do que o benefício.
- Dúvida sobre TDAH em adulto, autismo ou outro diagnóstico que exige avaliação cuidadosa.
- Você quer entender o próprio tratamento e nunca teve uma explicação que fizesse sentido.
Como é a avaliação
É uma primeira consulta completa, de 1 hora e 30 minutos, com foco em revisar o caso: a história desde o início, cada tratamento feito, dose, tempo e resposta, exames, e o que mudou na vida ao longo do percurso. No fim eu explico se concordo com o diagnóstico, se mudaria algo no tratamento e por quê. Você recebe um relatório escrito, se quiser levar ao seu médico atual.
O que levar
- Receitas e caixas dos medicamentos atuais e anteriores, com doses e datas aproximadas.
- Exames de sangue, imagem ou outros dos últimos anos.
- Relatórios, laudos ou resumos de internação, se houver.
- Uma linha do tempo, ainda que simples: quando começou, o que fez, o que aconteceu.
E depois
Você pode seguir com o seu médico, levando o relatório, ou continuar comigo. Não há compromisso. Se continuar, a consulta já vale como primeira consulta, com o retorno de 30 minutos incluso.
Perguntas frequentes
Quanto custa a segunda opinião?
O mesmo valor da primeira consulta: R$ 800, com 1 hora e 30 minutos e retorno de 30 minutos incluso.
Preciso avisar meu médico atual?
Não é obrigatório, mas costuma ajudar. O relatório que eu escrevo é feito para ser lido por outro colega.
Vocês trocam os remédios na hora?
Só se houver segurança para isso. Mudanças abruptas em psicofármacos podem fazer mal; o mais comum é propor um plano de transição.
Pode ser online?
Pode. Traga os documentos digitalizados ou fotografados.